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A Justiça de São Paulo acaba de decidir que toda investigação envolvendo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, assim como pedido de prisão preventiva de Lula, será transferido para a 13ª Vara da Justiça Federal em Curitiba cujo titular é juiz federal Sérgio Moro, responsável decisões referentes à investigações da Operação Lava Jato.

“Como  consequência  lógica  pela  declinação  da  competência,  absoluta,  deixo  de  analisar  os  pedidos  de  cautelares  formulados  na denúncia, bem como o pedido de prisão preventiva, entendendo que não há urgência  que  justifique  a  análise  por  este  Juízo,  até  porque  os requerimentos já foram todos divulgados publicamente pelo próprio MPSP, sendo de conhecimento inclusive dos indiciados”, este é o trecho da decisão da juíza Maria Priscilla Ernandes Veiga Oliveira, de São Paulo, conforme divulgado há pouco pelo site G1.com.

A Justiça Paulista deveria decidir se a denúncia do Ministério Público de São Paulo contra Lula e seus familiares seria aceita ou não e também se o ex-presidente teria decretado contra si mandado de prisão preventiva. Porém, com a decisão de transferir as investigações envolvendo compra do tríplex no Guarujá para a Justiça Federal de Curitiba, a decisão sobre prisão preventiva de Lula assim como a abertura de processo criminal contra ex-presidente por falsidade ideológica e lavagem de dinheiro, como o acusa do MPE paulista, caberá ao juiz Sergio Moro. 

Depoimento à Polícia Federal

Enquanto a Justiça Paulista anuncia decisão, a Polícia Federal divulgou nesta segunda-feira (14) depoimento na íntegra de Lula prestado no dai 4 deste mês quando o ex-presidente foi conduzido de forma coercitiva para depor a delegados da PF dentro da 24ª fase da Operação Lava Jato, denominada  Aletheia.

No depoimento, Lula foi questionado sobre o apartamento tríplex no Guarujá (SP), que para os promotores do Ministério Público do Estado de São Paulo, pertence ao ex-presidente. Lula disse que o apartamento não pertence a ele e que decidiu não ficar com o imóvel por ser pequeno. “Era muito pequeno, os quartos, era a escada muito, muito... Eu falei ‘Léo, é inadequado para um velho como eu, é inadequado.’ O Léo falou ‘Eu vou tentar pensar um projeto pra cá.’ Quando a Marisa voltou lá não tinha sido feito nada ainda. Aí eu falei pra Marisa: ‘Olhe, vou tomar a decisão de não fazer, eu não quero’”, disse o ex-presidente em seu depoimento.

O ex-residente chegou a mencionar que as investigações teriam relação com eventual tentativa de impedir sua candidatura à presidência em 2018. “É o que estão tentando fazer comigo agora, só que o que estão tentando fazer comigo vai fazer com que eu mude de posição, eu que estou velhinho, estava querendo descansar, vou ser candidato à Presidência em 2018 porque acho que muita gente que fez desaforo pra mim vai aguentar desaforo daqui pra frente. Vão ter que ter coragem de me tornar inelegível”.

 

Por: Heloísa Lazarini

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